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Clube Empreendedor

GENTE é REALMENTE IMPORTANTE?

Tenho citado em muitas das minhas consultorias a importância do capital humano nas organizações. Para um empreendimento dar certo existem três áreas fundamentais que a atenção no mundo do empreendedorismo deve ser total. A primeira área é a área de finanças, uma vez que sem capital, ou com o dinheiro mal gerido a empresa pode ser seriamente comprometida e ficar sem recursos. A segunda área importante e fundamental é a área de marketing, pois sem marketing os clientes não vão saber que a sua empresa existe, nem os produtos e serviços que são comercializados. A terceira área é a área de talentos humanos, que excede em importância. Então vejamos, a área de finanças caso não tenha GENTE competente, ela terá sérios problemas numéricos. A área de marketing sempre é pilotada por GENTE especialista e craques em marketing “off line” e marketing digital, finalmente a área de talentos humanos é a área que qualquer empresa não pode deixar de ter total atenção e foco. Esta área é a área que tem contato direto com os clientes externos, que são os responsáveis por trazerem receitas para o empreendimento. Portanto GENTE é a maior riqueza de qualquer empresa. O empresário deve considerar GENTE não como uma despesa e sim como um investimento. O líder deve ser um gestor que conheça as práticas e técnicas de RH, Riqueza e Habilidade e não Recursos Humanos como é conhecida usualmente.

GENTE é SER HUMANO

Olhando pelo lado correto e justo, gente é um ser humano que deve produzir e trazer resultados para as organizações com respeito e dedicação com requisitos de competências. Só que gente como é um ser humano tem dias bons e dias ruins, manhãs boas e manhãs ruins, tardes boas e tardes ruins, enfim tudo muda com os estímulos que recebem e fazem os neurônios estarem no modo mais produtivo ou no modo produtivo normal ou até no modo menos produtivo. O líder tem papel fundamental nestes comportamentos, uma vez que a motivação é intrínseca do colaborador, e o líder não motiva ninguém. O líder entusiasma, “tira o DEUS de dentro” e estimula a motivação que já está no colaborador, pois se a pessoa não estiver motivada, não vai adiantar qualquer ação ou atitude que reverta este estado de ser. Seres humanos não podem ser tratados como máquinas ou objetos, eles têm sentimentos, emoções, vontades, buscam destaque no que fazem, se esforçam para obter maiores e melhores cargos no seu plano de carreira, sonham, gostam de reconhecimento e almejam como consequência final as recompensas financeiras, tudo igual como qualquer um de nós líderes empreendedores. Por isto para compreendê-los devemos usar da empatia, que se traduz em “chorar vendo uma série televisiva”, se colocar no lugar do outro quando assistimos a uma cena da série que assumimos o papel do personagem em uma passagem sentimental, e quando a situação é de comoção, ou seja estamos nos emocionando com uma emoção que não é nossa. Esta empatia que é extremamente saudável para sugestões de atitudes vencedoras do capital humano. Assim como nosso colaborador encara estas situações de altos e baixos no dia a dia do trabalho, o mesmo acontece conosco que somos líderes, uma vez que também somos humanos. Só que como líderes temos que ter inteligência emocional diante de situações adversas, uma vez que uma das competências do líder empreendedor é dar o exemplo de calma e tranquilidade na resolução de problemas, onde não devemos perder de vista o alcance de resultados.

O LÍDER que é LÍDER… É LÍDER PRESENCIAL ou à DISTÂNCIA

Voltando a nossa situação real que estamos passando, atravessando uma pandemia, onde nossos colaboradores estão trabalhando e produzindo em regime de home office, e a  pergunta que não pode deixar de ser feita é qual o papel do líder diante deste cenário? Em primeiro lugar, mesmo que tenha sido refeita a missão, visão e valores da empresa em função do Coronavírus, estes devem ser itens prioritários como foco para o atingimento de resultados. Isto já deve ter sido preconizado no ato da formação do time, no recrutamento e seleção, realocação de áreas de trabalho de acordo com as competências do capital humano, ou mesmo diante de demissões para oxigenar a “NÓS QUIPE”, sempre com técnicas, metodologias próprias e recomendações de um RH moderno. TODOS – do Porteiro ao Presidente, do P ao P – devem ter participado nesta construção da missão, visão e valores, para se sentirem envolvidos, responsabilizados e coparticipativos. Em segundo lugar, os colaboradores devem ter orgulho da empresa em que trabalham e saberem que a sustentabilidade organizacional, dependem da atuação de cada um, com o empenho uno e em equipe para se atingir objetivos e metas. Aí entra o papel do líder, que presencialmente ou à distância deve ter um desempenho capaz de entusiasmar a sua “NÓS QUIPE” e tirar resultados, valorizando os pontos fortes para que eles sejam cada vez mais fortes  e dando treinamento para os pontos fracos, para que os pontos fracos se tornem fortes dentro dos limites de cada um. Consideraremos isto a verdadeira capacidade gerencial do líder empreendedor, que consiste em gerir pessoas independentemente da situação e mantendo a empresa viva, atuante na nova normalidade (nova normal) e claro dando receitas.

VERDADEIRO PAPEL do LÍDER diante da PANDEMIAGestão de Gente na NOVA NORMAL com as PESSOAS em home office

Neste momento é hora de dobrar a aposta neste novo estilo de liderança, na estrutura e no clima organizacional à distância, uma vez que não existe temporariamente mais a presença física nos escritórios, clínicas, laboratórios, fábricas e lojas. O empresário tem que se reinventar para dar continuidade ao seu negócio. O líder empreendedor tem que saber enxergar sob outras óticas e criar o novo, que também podemos chamar de INOVAÇÃO, soluções novas diferentes para antigos problemas ou soluções que antigamente deram certo, que agora têm que ser adaptadas e novas para problemas novos. Temos que tornar simples estas soluções, com o pensamento de “NÃO COMPLICA”. Pessoas da empresa e líder trabalhando em home office que não têm o olhar com bom senso para as soluções adoram complicar e não é este o caminho. As inovações surgem com o saber ouvir e escuta simples do líder dos talentos, dos fornecedores, dos prestadores de serviço e principalmente dos nossos Clientes internos e externos. É hora de disseminar a união pelo propósito comum da organização determinados na missão, visão e valores, independente das distâncias geográficas e se juntar digitalmente ao time próximo da realidade do mercado e de ações que conduzem ao sucesso da organização em tempos difíceis, estimulando a integração de todos em busca da retenção dos nossos Clientes externos.

HORÁRIOS RÍGIDOS de JORNADA de TRABALHO na PANDEMIA deixaram de EXISTIR

As novas rotinas e novos horários da jornada de trabalho com a nova normalidade estão acontecendo agora de maneira normal. Atualmente, podemos ver dois lados de uma mesma moeda: por um lado a empresa e o líder empreendedor querendo produtividade, com competitividade para obtenção de resultados, e do outro lado os talentos humanos desejando manter o emprego, para não serem mais um para entrar para a triste estatística atual de 13,5 milhões de desempregados, e acumulando atividades do lar e outras responsabilidades que antes não eram consideradas, como lavar a louça, cuidar das crianças e arrumar a casa. Uma das soluções adotadas para estas situações foi a adoção de flexibilidade de horários, sem perder o foco na lucratividade. A surpresa é que as empresas que inevitavelmente estão adotando horário flexível oferecendo liberdade de produção ao talento humano, colabora com o aumento de produtividade. Ao invés de estabelecer horários rígidos de entrada e saída, o líder tem como alternativa impor prazos e limites para as entregas com qualidade das atividades, sempre priorizado a entrega de resultados.

COMO as EMPRESAS devem se ADAPTAR à NOVA NORMALIDADE

A melhor forma de manter um padrão de produtividade com resultados esperados e desafiadores sem a presença física nos locais de trabalho é a implementação da tecnologia. Por meio de aplicações digitais, o gestor pode fazer a gestão independentemente do colaborador estar longe ou perto. A tecnologia nos ajuda a produzir relatórios, acompanhar expedientes, supervisionar o desempenho dos talentos, executar rotinas e processos, atender a Clientes e continuar a encantá-los e surpreendê-los à distância para atingir ao objetivo de conquista da confiança deles. Basicamente tudo agora é online e a adaptação a mudanças é uma das competências mais valorizadas nos dias de hoje, tanto do capital humano quanto dos líderes.

Neste mercado competitivo que vivenciamos nos dias de hoje, não nos resta outra opção senão mudar ou morrer, deixando o passado no lugar dele e pensar no aqui e agora, onde o líder empreendedor deve sempre encontrar novas maneiras de incentivar, entusiasmar, humanizar e enxergar as pessoas como parceiros de negócios que ajudam as empresas a crescerem, vencerem e a trazerem lucros, e não trata-las como apenas objetos não pensantes – mão de obra – quando na verdade elas são “cabeças de obra”, GENTE criativa e orientadas para a INOVAÇÃO.

Rumo ao COVID zero!…..nova normalidade…..#novanormal…..

SUCE$$$UUU SEMPR$E !!!

Sérgio Rocha Lima – Consultor, mentor e professor

www.rochalimaconsultoria.com.br

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